No Presépio
Quando vosso Tudo
Encontra nosso nada
O mundo, mudo
A gente, atordoada
Contempla, perplexa,
A face da Caridade
Realidade complexa
E tal simplicidade
Bebê benquisto
De Deus, o Cristo
Na gruta esquecida
Uma ovelhinha sorri
Pois ao Autor da vida
Aprouve nascer ali.
Feliz Natal!
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